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AgoraEventAgoraEvent — página inicialEntrar na lista

A ágora era a praça onde
a cidade inteira se encontrava.

Não era o teatro, nem o mercado, nem a assembleia. Era o chão comum onde tudo isso acontecia — e onde as mesmas pessoas voltavam a se ver.

O AgoraEvent é essa praça. Dentro dela, cada grupo tem o seu theatron: um cantor, uma universidade, uma comunidade. O evento é o que acontece no palco; o theatron é quem está na arquibancada, e continua lá depois.

ἀγορά
ágora · a praça pública
θέατρον
theatron · a arquibancada

A marca é um anfiteatro visto de cima

Não é um enfeite: é o produto desenhado. Toda vez que você vê o símbolo, está vendo a arquibancada em volta do palco.

  • O anfiteatro inteiro

    Palco e arquibancada juntos. É assim que um evento existe: alguém apresentando e gente em volta.

  • Os três arcos são o theatron

    A parte que é do público. São eles que ficam quando o show acaba — e é essa parte que faltava no software de eventos.

  • A meia-lua é o palco

    O que muda a cada evento: o artista, a palestra, a banca de defesa. Importante, mas passageiro.

O nome da empresa vem da praça. O nome do produto vem da arquibancada. E o desenho mostra os dois no mesmo lugar — foi de propósito.

O problema nunca foi a falta de ferramenta

Quem organiza evento no Brasil hoje usa uma plataforma para vender ingresso, uma planilha para controlar inscrito, um formulário para receber proposta de palestra, um grupo de WhatsApp para a equipe, um gerador de certificado que alguém achou na internet e um Canva para o crachá.

Nada disso conversa. O nome que a pessoa digitou na compra chega diferente no certificado. O check-in é feito em papel porque o sistema caiu. A lista de quem realmente compareceu se perde no dia seguinte. E no ano que vem tudo recomeça do zero, porque não sobrou nada de estruturado da edição anterior.

O AgoraEvent existe para que essas peças sejam a mesma coisa desde o começo: um inscrito é a mesma pessoa na venda, na portaria, na atividade e no certificado.

Quatro decisões que a gente não negocia

  • A IA mostra o raciocínio

    Toda sugestão vem com o porquê e com o número que a sustenta. E dá para discordar em um clique — a máquina propõe, você decide. IA que não explica a conta é chute com interface bonita.

  • O dinheiro é do organizador

    A gente cobra taxa e diz exatamente qual é. Não seguramos repasse além do prazo combinado, não criamos carência escondida e o extrato mostra o caminho de cada real, do ingresso vendido ao que cai na conta.

  • O dado é do participante

    O Theatron é controladora, a gente é operadora, e isso não é uma linha de contrato — é como o produto funciona. Consentimento vem desmarcado, patrocinador só recebe quem aceitou, e exportar tudo é um botão.

  • Um evento não acaba quando acaba

    Certificado, gravação, slides, foto e a lista de quem esteve lá continuam existindo depois. É isso que faz a próxima edição começar de algum lugar em vez de começar do zero.

Uma taxa por ingresso vendido. Só isso.

Evento gratuito não paga nada — nem por inscrito, nem por certificado emitido, nem por módulo ativado. A conta só existe quando existe ingresso pago, porque aí existe dinheiro entrando para os dois lados.

A gente não vende dado de participante, não cobra por assento de equipe e não trava recurso atrás de plano. O que muda de um evento para outro é o tamanho, não o que você pode fazer.

O valor exato da taxa e quem paga por ela — comprador ou organizador — está na página de preços e no contrato. Nunca em letra miúda.

Quer conversar sobre o seu evento?

Responder organizador é a parte do trabalho que a gente mais gosta. Chame no contato@loopcraft.com.br ou fale com o time no Instagram.

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